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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Se enamora

Essa música marcou muito minha infância na voz do Balão Mágico, mas nunca tinha prestado a devida atenção à sua letra. Não é linda demais?

Quando você chega na classe
Nem sabe
Quanta diferença que faz
E às vezes
Faço que não vejo e nem ligo
E finjo, ser distraída demais

Quantas vezes te desenhei
Mas não consigo
Ver o teu sorriso no fim
Te sigo
Caminhando pelo recreio
Quem sabe
Você tropeça em mim

Se enamora
Quem vê você chegar com tantas cores
E vê você passar perto das flores
Parece que elas querem te roubar

Se enamora
Quem vê você chegar com tantos sonhos
E os olhos tão ligados nesses sonhos
Tesouros de um amor que vai chegar

Quando toca o despertador
De manhãzinha
Me levanto e vou me arrumar
E vejo
A felicidade no espelho
Sorrindo
Claro que vou te encontrar

Fico só pensando em você
E juro
Que vou te tirar pra dançar
Um dia
Mas uma canção é tão pouco
Nem cabe
Tudo que eu quero falar

Se enamora
Quem vê você chegar com tantas cores
E vê você passar perto das flores
Parece que elas querem te roubar

Se enamora
Quem vê você chegar com tantos sonhos
E os olhos tão ligados nesses sonhos
Tesouros de um amor que vai chegar

Se enamora
E fica tão difícil
De ir embora
E às vezes escondido
A gente chora
E chora mesmo sem saber porque
Se enamora
A gente de repente
Se enamora
E sente que o amor
Chegou na hora
E agora gosto muito de você


Para quem gosta, vale navegar pelo You Tube e pesquisar "Se enamora - Tiê". Tiê é uma cantora muito fofa que fez essa música fica ainda mais linda.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Maquiagem para heroínas


Você se considera uma verdadeira mulher-maravilha porque consegue dar conta de administrar a rotina academia-trabalho-marido/namorado-casa-filhos? Pois nada mais justo do que ter uma maquiagem digna! A MAC lança em fevereiro no exterior (e deve chegar no Brasil ainda no primeiro semestre do ano) a maquiagem inspirada nessa heroína da Marvel que nós encarnamos diariamente. Fala a verdade, não é um charme? Faltou só o carro invisível...

Na nova linha a gente vai encontrar batons pêssego, mate, fúcsia e bronze, gloss pink, perolado, cobre e novamente fúcsia, máscara para cílios (não é rímel, hein, meninas? Rímel é marca!) púrpura, verde, azul e preta, delineador, esmaltes em edição limitada vermelho e azul, sombras de várias cores e otras cositas más. A bolsinha que vem com kits prontos é um charme à parte.


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Esteira: amiga ou inimiga?


Não, eu não sou a moça da foto. Não, eu também não consigo imaginar a hipótese de correr na esteira estampando um belo sorriso no rosto. Tampouco gosto de levantar da minha confortável caminha para malhar e – horror dos horrores – suar. Ou, como diria minha avó, transpirar, porque uma moça não sua, minha filha, ela transpira. Mas a verdade é que adoro emagrecer. E aí é que começa o meu dilema: a esteira, afinal de contas, é minha amiga ou foi criada por algum torturador sádico? E como toda libriana, começo a analisar os prós e contras antes de tirar qualquer conclusão precipitada. Vamos a elas:

1) ela me faz dormir menos, pois preciso acordar antes das 8h00 para me dedicar a ela. Conclusão 1: inimiga
2) ela me faz emagrecer. Conclusão 2: amiga
3) ela me provoca suor, algo no-jen-to. Conclusão 3: inimiga
4) ela me permite ler ou ver TV a cabo, que não tenho em casa. Conclusão 4: amiga
5) ela me cansa. Conclusão 5: inimiga
6) ela ajuda a eliminar celulite. Conclusão 6: MELHOR AMIGA


É, gente, em resumo, é muito mais transpiração do que inspiração mas, pra mim, não tem outro jeito. Se quiser continuar comendo tudo o que adoro, preciso malhar. Até hoje, embora já tenha tentado de tudo (e quando digo tudo quero dizer de dança do ventre a taekwondo, passando por aeróbica, musculação e dança de salão), nada se mostrou mais eficiente na dura tarefa de queimar calorias – e, glória suprema, quilinhos – do que a dita esteira ergométrica.
“Eu? Eu prefiro caminhar ao ar livre, ver a paisagem, o verde do parque...” você pode pensar. Pois eu não. Prefiro pular o fato de pessoas me verem passar por esse suplício. Ah, porque o fato de eu admitir que a longo prazo a esteira é minha amiga não quer dizer que levanto animada gritando uhúúú porque vou ter que ficar 40 minutos camelando em cima dela. Continuo sofrendo para acordar, levantar e colocar aquela roupitcha de malhar. Mas aí eu penso: “quem manda gostar tanto de comer?” Coloco meu tênis e vou me arrastando até a academia do prédio para daí então me lembrar de como tenho orgulho de mim mesma por repetir esse mesmo contraditório ritual três vezes por semana e conseguir manter a disciplina por tanto tempo. Afinal, como sempre disse (ela de novo!) minha sábia avó, "pra ficar bonita tem que sofrer, minha filha".

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Uma Giulietta romântica e contemporâea





Apesar de ter se inspirado nos anos 50 e 70, a grife recém-nascida Giulietta apresentou um desfile bem contemporâneo no Fashion Business no Rio de Janeiro. Afinal, quem disse que para ser romântica é preciso viver em uma época específica? Esse blog não tem a intenção de trazer críticas das semanas de moda, até porque, esse não é seu foco. O Só porque eu gosto existe para falar de coisas que eu - e, espero, várias outras mulheres da minha faixa etária, aquela que gira em torno dos 30 anos - adoro. E esse desfile me deixou com gostinho de "quero todas essas peças no meu guarda-roupa".

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Lingerie, uma amiga íntima


Olha que linda essa seleção de fotos que a Vogue italiana postou em seu site. É uma coletânea de portraits de lindas mulheres usando lingerie "de antigamente". Mostram bem menos o corpo, mas nem por isso ficam menos sensuais. Segundo Franca Sozzani, diretora de redação da revista, a inspiração veio da cena de O vento levou, em que Scarlett O'hara amarra apertado seu corset para sua cintura parecer mais fina. Em seu texto, Franca fala da importância e dos acontecimentos criativos do universo da lingeria década após década, desde 1800. Rendas, crochês e o branco imaculado pontuam a história dessas peças de usar por baixo (ou não necessariamente).
Eu, é claro, parei para pensar no assunto, e tenho uma opinião bem particular a respeito. Como a lingerie costuma ser vista somente na intimidade, ela acaba sendo um espelho de nossa vaidade e do nosso amor-próprio. Não tem auto-estima baixa que resista a um belo sutiã de renda preta, não tem namoro morno que não esquente com uma liga vermelha, não tem humor que não melhore com uma camisola de lacinhos. Por isso a melhor companheira de uma mulher no momento em que ela está só (ou muito bem acompanhada) é uma lingerie. Para sentir-se uma garota abraçada ao ursinho de pelúcia ou uma "angel" da Victoria's Secret, o segredo é apostar nessas armas secretas de sedução. Por isso, nada de calcinha 'bege", hein, garota?






Uma lingerie atual, já que a gente não pode ter as retrôs...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

20 motivos para conhecer o Rio de Janeiro

Para compreender o que sempre falaram Vinicius de Moraes e Tom Jobim.

Para se sentir um dia numa novela do Manoel Carlos (quando estiver no Leblon, claro) e outro dia numa música da Fernanda Abreu (no centro da cidade, em um dia útil).

Para concordar com todo mundo que diz que o Rio de Janeiro é lindo, a cidade é maravilhosa e não existe vista como a do Arpoador.

Para comer biscoitos globo e tomar matiiiiii gelado (traduzindo para o curitibanês, matE) com os pés na areia.

Para aprender que a vida pode, sim, ser mais leve. É possível sair do mar com os cabelos molhados e os pés acomodados em rasteirinhas, com maquiagem zero, e ir direto para um restaurante bacana ou, com um pouco de sorte, até para o trabalho.

Para se tornar mais saudável, afinal, caminhar pelo calçadão, jogar frescobol ou futevôlei e até caminhar com o cão completando o programa com uma água de coco se mostram atividades sem as quais você não consegue mais viver.

Para ter mais contato com a natureza. Tem cheiro melhor do que o de mar?

Para sambar. Por favor, não faça a besteira de ir pro Rio e não curtir o ensaio de uma escola de samba! A energia é de arrepiar e te desafio a ficar parado, sem mexer nem um dedinho. Eu fui na Salgueiro e já virei “salgueiro-desde-criancinha”.

Para apreciar os morros inteiramente iluminados. Deixe o pronto discurso-social-intelectual de lado e apenas suspire diante das luzes que salpicam aquela beleza natural.

Para – pelo menos no meu caso – ver que é possível usar uma moda mais feminina sem ficar parecendo uma Barbie.

Para descobrir de onde vêm as tendências do verão: cor de esmalte, trança de lado (usado pela vice-primeira-dama na posse de Temer, aliás), apenas um gloss nos lábios, brincos de argola, macaquinho...

Para babar e tentar frear seus impulsos consumistas diante dos biquínis da Bumbum Ipanema, das estampas da Farm, das bijus e dos acessórios da feira hippie de Ipanema, do casual chic da Osklen... eu sei, eu sei, você acha quase tudo isso em vários lugares do Brasil, mas o cenário faz tudo fazer mais sentido.

Para cansar de tomar banho de mar, água de coco no calçadão, chopp nos botecos e muitos sorvetes na Mil Frutas.

Para viver uma vida mais leve.

Para comprar sapatos – principalmente sandálias – mais baratos.

Para comer umas tapas no bar Venga! do Leblon.

Para apreciar a natureza do Jardim Botânico.

Para sentar onde Vinicius se sentou (pelo menos a gente prefere imaginar assim, né? Hehehe) para compor Garota de Ipanema.

Para dar uma volta (a pé ou de bicicleta) na Lagoa Rodrigo de Freitas.

Por fim, porque só lá você entende de verdade a visão que o Brasil tem lá fora.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Para refletir...

Deixem os preconceitos de lado, por favor. Esse texto abaixo foi postado no blog do Paulo Coelho do IG. Reproduzo aqui pra gente refletir.

Nosso diálogo interno é o maior inimigo.

Estamos sempre contando para nós mesmos como o mundo é, e como deveria ser; para entrar em uma realidade mágica, precisamos interromper este diálogo, e deixar que o mundo se mostre em toda a sua generosidade e grandeza.
Quando conseguimos parar nosso diálogo interno, tudo é possível; até os projetos mais loucos se tornam viáveis. A partir daí, aceitamos nossa sorte com humildade, porque ela é nosso desafio vital.