terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O fantástico mundo das estampas
Muito fofo o desfile da Maria Bonita Extra, no Fashion Rio. Amei os tecidos, os balonês delicados e as estampas. Quero já!
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
O que dizer...
...quando outra pessoa (outra pessoa, no caso, = Charlize Theron) usa ESSE vestido Dior e ESSAS joias (incluindo uma tiara do acervo da grife) Cartier? M-o-r-r-i!
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
o maxicachecol
Gente, correndo, como sempre, mas não podia deixar de postar a foto desse maxicachecol. É da Cantão. Não é um sonho de consumo para o inverno?
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Boucheron para Christie's
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Uma breve conversa com Mario Prata (ou se me contassem eu não acreditaria)
Viver de jornalismo é muito bom. Digam o que disserem sobre os perrengues da profissão ainda estou para encontrar atividade mais prazerosa que escrever. (e ler, o outro lado da moeda, que anda sempre junto do escrever). Mas se tem algo que faz ainda mais saborosa nossa atividade, esse algo é a resposta. Principalmente quando você não a espera. E coincidentemente, esses dias, vivi uma história que se alguém me contasse eu não acreditaria. E uma colega muito querida de trabalho também viveu seu dia especial em uma situação semelhante.
Minha colega sabe tudo sobre cultura. E não é modo de dizer. Ela sabe tudo sobre música (de ópera a samba), cinema, teatro, seriados etc. E sobre literatura, claro. Adora, aliás, a Lygia Fagundes Telles. E por esse motivo, escreveu sobre o novo livro de crônicas dela, o “Passaporte para a China”. E estava minha colega sentada à sua mesa, na redação, quando toca seu telefone. Quem era? “A” Lygia. Ela mesma. Em pessoa. Ligara para agradecer o texto e dizer que tinha ficado comovida. Minha colega não ficou comovida. Ficou emocionada. Enternecida. Tocada. E não conseguiu segurar algumas lágrimas de satisfação.
No meu caso a situação foi igualmente surpreendente e me deixou igualmente feliz. Mas resultou em risos, e não em lágrimas. Vocês lembram da crônica do Antonio Prata que publiquei aqui no blog? Então, eu errei e disse que era do Mario Prata. Quando ele (sim, ele mesmo, lui même, he himself) me alertou do erro, fiz o que cabia numa situação assim. Mandei um e-mail pedindo desculpas. E segue a sequência quase surreal dessa conversa. (Lembrem, ELE escreveu Estúpido Cupido, entre diversas obras e outras crônicas hilárias). Dá para acreditar?
-----Mensagem original-----
De: Priscilla Portugal [mailto:priscilla@istoe.com.br]Enviada em: quinta-feira, 29 de setembro de 2011 19:53Para: xxx@terra.com.br
Assunto: desculpas, com grande vergonha
oi, Mario, mil desculpas. Fiquei tão empolgada com o texto do Antonio Prata que confundi os Pratas no meu blog. Como posso me redimir?
beijos
-----Mensagem original-----
De: Mac.Prata [mailto:xxx@terra.com.br]Enviada em: quinta-feira, 29 de setembro de 2011 22:40Para: ‘Priscilla Portugal’Assunto: RES: desculpas, com grande vergonha
Estou rindo, Priscila,
Por que agora você vai ter que encomendar uma crônica minha por 2.500 reais para a Platinum.
Pronto, simples. (...)
E se não rolar crônica, não esquente. Muita gente ainda vai confundir Mario com Antonio e vice-versa o que só nos comove e emociona.
Um beijo.
Prata (pai)
-----Mensagem original-----
De: Mac.Prata [mailto:xxxx@terra.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Para: ‘Priscilla Portugal’
Assunto: RES: desculpas, com grande vergonha
Acabei de ver o blog de novo. Tu corrige lá em cima, mas antes do texto entrar em campo, tu diz: eis o texto do Mario Prata. A crônica agora tá custando 5.000.
Mas redimo total.
Beijo
Prata (aquele)
-----Mensagem original-----
De: Priscilla Portugal [mailto:priscilla@istoe.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 30 de setembro de 2011 13:49
Para: Mac.Prata
Assunto: RES: desculpas, com grande vergonha
ai ai ai, já arrumei. Antes que essa conta fique impossível de pagar, é melhor eu pensar em um texto de um autor estrangeiro, quem sabe algo de um de meus favoritos, o Gabriel Garcia Llosa? ;-)
-----Mensagem original-----
De: MacPrata [mailto:xxxx@terra.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 30 de setembro de 2011 17:45
Para: 'Priscilla Portugal'
Assunto: RES: desculpas, com grande vergonha
Ih... Não é Gabriel Garcia Llosa, é Gabriel Garcia Prata, meu avô por parte de um lado colombiano que tivemos no começo do século passado em Cartagena.
Abs
Prata (neto)
Minha colega sabe tudo sobre cultura. E não é modo de dizer. Ela sabe tudo sobre música (de ópera a samba), cinema, teatro, seriados etc. E sobre literatura, claro. Adora, aliás, a Lygia Fagundes Telles. E por esse motivo, escreveu sobre o novo livro de crônicas dela, o “Passaporte para a China”. E estava minha colega sentada à sua mesa, na redação, quando toca seu telefone. Quem era? “A” Lygia. Ela mesma. Em pessoa. Ligara para agradecer o texto e dizer que tinha ficado comovida. Minha colega não ficou comovida. Ficou emocionada. Enternecida. Tocada. E não conseguiu segurar algumas lágrimas de satisfação.
No meu caso a situação foi igualmente surpreendente e me deixou igualmente feliz. Mas resultou em risos, e não em lágrimas. Vocês lembram da crônica do Antonio Prata que publiquei aqui no blog? Então, eu errei e disse que era do Mario Prata. Quando ele (sim, ele mesmo, lui même, he himself) me alertou do erro, fiz o que cabia numa situação assim. Mandei um e-mail pedindo desculpas. E segue a sequência quase surreal dessa conversa. (Lembrem, ELE escreveu Estúpido Cupido, entre diversas obras e outras crônicas hilárias). Dá para acreditar?
-----Mensagem original-----
De: Priscilla Portugal [mailto:priscilla@istoe.com.br]Enviada em: quinta-feira, 29 de setembro de 2011 19:53Para: xxx@terra.com.br
Assunto: desculpas, com grande vergonha
oi, Mario, mil desculpas. Fiquei tão empolgada com o texto do Antonio Prata que confundi os Pratas no meu blog. Como posso me redimir?
beijos
-----Mensagem original-----
De: Mac.Prata [mailto:xxx@terra.com.br]Enviada em: quinta-feira, 29 de setembro de 2011 22:40Para: ‘Priscilla Portugal’Assunto: RES: desculpas, com grande vergonha
Estou rindo, Priscila,
Por que agora você vai ter que encomendar uma crônica minha por 2.500 reais para a Platinum.
Pronto, simples. (...)
E se não rolar crônica, não esquente. Muita gente ainda vai confundir Mario com Antonio e vice-versa o que só nos comove e emociona.
Um beijo.
Prata (pai)
-----Mensagem original-----
De: Mac.Prata [mailto:xxxx@terra.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Para: ‘Priscilla Portugal’
Assunto: RES: desculpas, com grande vergonha
Acabei de ver o blog de novo. Tu corrige lá em cima, mas antes do texto entrar em campo, tu diz: eis o texto do Mario Prata. A crônica agora tá custando 5.000.
Mas redimo total.
Beijo
Prata (aquele)
-----Mensagem original-----
De: Priscilla Portugal [mailto:priscilla@istoe.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 30 de setembro de 2011 13:49
Para: Mac.Prata
Assunto: RES: desculpas, com grande vergonha
ai ai ai, já arrumei. Antes que essa conta fique impossível de pagar, é melhor eu pensar em um texto de um autor estrangeiro, quem sabe algo de um de meus favoritos, o Gabriel Garcia Llosa? ;-)
-----Mensagem original-----
De: MacPrata [mailto:xxxx@terra.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 30 de setembro de 2011 17:45
Para: 'Priscilla Portugal'
Assunto: RES: desculpas, com grande vergonha
Ih... Não é Gabriel Garcia Llosa, é Gabriel Garcia Prata, meu avô por parte de um lado colombiano que tivemos no começo do século passado em Cartagena.
Abs
Prata (neto)
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Suzy Menkes
Cenário: salão do hotel Unique, São Paulo.
Personagem principal: Suzy Menkes, editora de moda do International Herald Tribune desde 1988.
Coadjuvantes: jornalistas de vários países.
Cena: ela dando uma verdadeira aula de luxo: seus mercados, seus consumidores, pontos fortes e fracos do Brasil nesse tsunami de marcas.
A pergunta (minha): Se você diz que o Brasil tem um bom serviço de atendimento/vendas, boa matéria-prima (Suzy elogiou nossos tecidos e nossa estrutura produtiva!) e excelente artesanato, o que nos falta para um maior desenvolvimento de marcas de luxo de reconhecimento global?
A resposta (dela): Só tempo. Tempo e investimento em publicidade internacional. Vocês têm tudo para dar certo.
Personagem principal: Suzy Menkes, editora de moda do International Herald Tribune desde 1988.
Coadjuvantes: jornalistas de vários países.
Cena: ela dando uma verdadeira aula de luxo: seus mercados, seus consumidores, pontos fortes e fracos do Brasil nesse tsunami de marcas.
A pergunta (minha): Se você diz que o Brasil tem um bom serviço de atendimento/vendas, boa matéria-prima (Suzy elogiou nossos tecidos e nossa estrutura produtiva!) e excelente artesanato, o que nos falta para um maior desenvolvimento de marcas de luxo de reconhecimento global?
A resposta (dela): Só tempo. Tempo e investimento em publicidade internacional. Vocês têm tudo para dar certo.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
PPR compra Brioni
Não sou muito afeita a trabalhar com frias notícias aqui no blog, mas Só porque eu gosto de um homem elegante e bem vestido, não tem como não apreciar os ternos da italiana Brioni, que acaba de ser comprada pelo conglomerado de luxo PPR. Aí, aproveitei a deixa para resgatar um trecho de uma matéria publicada na edição 19 da IstoÉ Platinum, de 2009. Ei-la:
Conceber um terno como se fosse uma obra de arte. Essa máxima orienta a marca italiana Brioni na criação de seus elegantes trajes masculinos, executados desde 1945 no ateliê da grife em Roma. Para se ter ideia, o primor no acabamento das peças é tão rigoroso que cada terno leva de 18 a 22 horas para ficar pronto – e custa a partir de US$ 4 mil, podendo chegar a US$ 47 mil. Tanto preciosismo tem razão de ser. “A capacidade de manter vivo nosso patrimônio passa por uma repetição quase religiosa de gestos que, geração após geração, se tornam história”, disse à Platinum o CEO da grife, Andrea Perrone. História que começou com o alfaiate Nazareno Fonticoli e o empreendedor Gaetano Savini e que hoje, sinal dos tempos, se adaptou às necessidades do homem moderno – e às dificuldades impostas pela crise. O resultado disso foi que, no final de 2009, acrescentou à sua formal gama de produtos uma linha mais casual, com direito a calças jeans e camisetas por valores a partir de US$ 250.
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