.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

"A" tríade

Jimmy Choo


Louboutin. Ah, esse solado vermelho...


Manolo Blahnik

Fim de semana, conversando com uns amigos, surgiu uma antiga piada da turma, de quando os garotos precisaram comprar o presente de formatura para uma amiga e não tinham a menor ideia do que dar. Aí encontraram um terceiro amigo no shopping e pediram uma ideia. No que ele rebateu: escarpin! E a vendedora respondeu, entre admirada e divertida com a situação: Qual escarpin? Olhar de pânico entre os três. E o mesmo amigo respondeu na hora: Chanel!
Garoto esperto, né? Aí, com esse assunto na pauta do dia, eu e as garotas mencionamos Jimmy Choo. Os "meninos" olharam rápido: Jimmy Choo??? Quem é esse? Eu já achava o máximo conhecer Manolo e Louboutin (gente, por favor, lê-se LUBUTAHN), e agora vocês vêm com essa. Risos gerais. Minha resposta: não conhece? Pois deveria conhecer! Essa é a tríade que toda mulher merecia ter na vida. Aí, não resisti a postar a conversa aqui (e umas fotinhos das obras-primas desses três fantásticos artistas que, para quem não sabe, nunca viu Sex and the City na vida e viveu em outro planeta nos últimos anos, são designers de sapatos). Uma certa forma de homenagear o filme Sex and the City 2 que acaba de estrear nos cinemas, deve estar repleto de Jimmies e Manolos, e eu ainda não pude ver :-(

PS: a história foi propositalmente exagerada para ficar mais divertida.
PPS: é fã de moda e já conhece esses três de cor? Vai atrás de um inglês chamado Nicholas Kirkwood. Ele também manda muito bem, mas ainda é desconhecido por aqui. Já escrevi uma matéria sobre ele e enlouqueci. Veja aqui.

gorgonzola e pêras


Vontade, vontadinha, vontadona de fazer essa combinação. Há semanas não sai da minha cabeça que o doce-suave da pêra (não me interessa reforma ortográfica, no meu blog mando eu e acho uó pêra sem acento) vai completar perfeitamente o salgado/levemente picante do queijo. A textura macia e úmida da pêra contrastando com o queijo que se esfarela ao toque dos dedos. Hummmm... Risotto ou sanduíche? Sim, porque a Ana Elisa postou há algumas semanas um sanduíche de pêra com queijo no ciabatta tostado que me deu água na boca. E o risotto está nos meus planos já para esse próximo feriadinho delícia.
Ah, pra quem não sabe, roquefort é o gorgozola francês, assim como o gorgonzola é o roquefort italiano...hehehe e pra quem tem preconceito dizendo que não vai comer queijo bichado eu só tenho uma coisa a dizer: não provem mesmo, assim sobre mais roquefort no mundo pra quem gosta.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

café da manhã


A Lu lançou essa semana seu livro "Pingado e Pão na Chapa: histórias e receitas de café da manhã". Eu me atrapalhei e, infelizmente, acabdei não indo no lançamento, mas está na minha urgent wish list e esse fim de semana vou à Livraria Cultura e já garanto o meu. Quero preparar uma a uma as delícias que a Lu indica, mas antes mesmo disso, uma coisa já está decidida para o meu fim de semana: quero um breakfast daqueles, com tudo o que tenho direito! Humm... só de imaginar o cheiro do café fresquinho, o perfume das frutas cortadas de um jeito bem bonito no prato, a variedade de sucos, pães e bolos, já me dá água na boca. Talvez por ser minha refeição preferida do dia, a única que eu não consigo 'pular', ele mereça tanto a minha atenção. E ele tem nacionalidades, mais até do que qualquer almoço! Quer ver? Café da manhã brasileiro é tudo de bom: bolinho de fubá, pão de queijo e requeijão fazem a base que me faz suspirar de vontade. Francês? Sem problemas: croissants, café crème, iogurte beeeem cremoso... Italiano? Ui! pães salgados e doces (tá bom, vai, italiano quase não come pão no café da manhã, mas eu não resistia...rs... e esse blog traz estritamente a minha visão, logo, posso colocar), mais iogurte, cioccolata, cappucino. Ai, como sofro! Até o famigerado breakfast americano me enche a boca d'água (existe algo mais bonito de se escrever do que 'd'água'?). Não pelo bacon e carnes, mas pelas pancakes fofinhas, estufadas, cobertas de mel ou delícia semelhante e, sobretudo, pelos waffles. Aquela casquinha crocante por cima, molinha por dentro, aquele saborzinho neutro que lembra a infância, qualquer docinho por cima, de preferência uma geleia, ou nutella... aaaiiii! Tomara mesmo que amanheça logo pra eu cair de boca em um suculento café da manhã.
Ah, enquete: qual sua comida preferida no café da manhã? No meu, quem divide espaço com o waffle (que infelizmente como pouquíssimas vezes) é a banana esmagada com aveia e mel.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Hummm... Brigadeiro!


Com um dia de atraso e um texto escrito por pura inspiração e dedução do que vi na internet, já que não estive na Casa dos Criadores - assim como não estou no Fashion Rio (não estou, mas gostaria de estar, claro), queria falar do desfile do Walério Araújo, ontem. Uma coleção inspirada nos doces, com um açúcar a mais nas balas e nos brigadeiros. E jujubas. Espelho, espelho meu, existe algo mais lindo, colorido e lúdico do que uma jujuba? Existe! Várias jujubas reunidas!!! Laços e bailarinas enlouqueceram essa que vos fala, apaixonada assumida por lacinhos. Olhem que fofas as criações que o Walério apresentou exatamente no dia em que completou 40 anos:


quarta-feira, 26 de maio de 2010

Casa dos Criadores

Começou a Casa dos Criadores, amanhã começa Fashion Rio. Mas por que será que estou sem a menor inspiração para escrever hoje? Quem sabe amanhã, vai...

terça-feira, 25 de maio de 2010

Inspirada na Lapinha de baixo...



Gonçalves Dias, me perdoe por isso:

"Minha Lapa tem trilhos,
Onde cantam alto os trens;
Os moleques que pulam o muro,
Não pagam para viajar.

Nosso céu tem mais helicópteros,
Nosso ar, cheiro de churrasco de gato,
Nossas ruas têm mais DVDs piratas,
Nossas calçadas, cerveja derramada.

Ao andar, sozinha, à noite,
Mais medo encontro eu lá;
Minha Lapa não tem polícia,
mas tem muito bordel e bar.

Minha Lapa tem bandidos,
Que vivem a nos assaltar;
Ao andar — sozinha, à noite —
Cada vez mais medo me dá;
Minha Lapa tem pedestres,
que nada sabem respeitar.

Não permita Deus que eu morra,
naquelas bandas de lá;
mais parece uma favela
sem cuidados e nenhum lar;
Ruas e muros poluídos,
Onde não sobrou um só Sabiá."

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Chanel sem glamour


Gente, ela de novo. Mas não vai ter jeito. Estava lendo esse fim de semana o livro "O Evangelho de Coco Chanel" para escrever uma matéria (ler livros bacanas, aliás, faz parte das delícias do ofício) e a autora, a americana Karen Karbo, muitíssimo bem humorada, por sinal, tece um exercício de imaginar quanto de glamour se perderia na história desta senhora/senhorita que foi um ícone da elegância francesa caso ela vivesse uma vida...digamos assim... contemporânea. Olha que divertido:
"Se Coco tivesse nascido em, digamos, 1963, e não em 1883, ela poderia ter se casado com um Capel dos dias atuais e tido três filhos - Nigel, Claire e Elodie -, que seriam criados com a ajuda de uma série de babás pouco confiáveis, preocupando-se todo dia com a ideia de que estava passando tempo demais criando suas coleções e tempo insuficiente ajustando as mangas e tempo demais levando Elodie à ginástica, e no final produzino roupas de boa qualidade e bem-feitas que eram maravilhosas mas não inspiradas (mas poderiam ter sido!) enquanto alternadamente superprotegia e descuidava de Nigel, Claire e Elodie, que quando pequenos não conseguiram ter suficiente atenção de sua mãe e então, como era previsível, se tornariam adolescentes desagradáveis que a desprezariam ao mesmo tempo que lhe pediriam um iPhone e cujos problemas, se investigados, se originariam na sua recusa de fazer uma coisa de que ela não se lembraria mais, e- não nos esqueçamos - Boy também teria expectativas, asssim com as tem a sociedade, sem falar na própria Chanel, que não seria apenas magra, mas também estaria com um bom preparo físico, mas não somente um bom preparo físico, e sim o preparo físico de uma celebridade, o que envolve tríceps que podem ser confundidos com uma viga mestra de aço e músculos abdominais dos quais se pode fazer pular uma moeda".
Aiiiii, socorro!!!! Prefiro não imaginar Chanel assim, não, como uma mulher do século 21. Fique onde está e mantenha essa aura de glamour, por favor, Mademoiselle, e nos inspire para melhorarmos a cada dia. E foi graças a esse glamour que, em mim, o livro causou um efeito: ao invés do jeans, tênis e camiseta que eu ia colocar no sábado, acabei trocando por saia, salto alto e algumas pérolas ;-)