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terça-feira, 3 de março de 2015

Minhas primeiras impressões sobre a Alemanha


Que cerveja, que nada. Nos meus dois primeiros dias por lá pensei o seguinte (#nãomejulguem):

1. Os velhinhos italianos são mais simpáticos. Desculpa, mas é verdade.

2. "Todo alemão fala inglês" é uma ova!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Especial NY: Os doces


Três momentos açucarados da viagem: na Doughnut Plant, fondue de chocolate 
da Max Brenner e french toast com banana caramelada da Clinton Bakery 


O post mais difícil de escrever desta série, ou melhor, o mais difícil trabalho de edição. Para uma formiga como eu, selecionar os melhores doces da viagem é trabalho hercúleo. Mas me esforcei bastante para que você saiba o que de mais delicioso e açucarado a gente provou lá. Só um aviso: não gosto de cheesecake, então você não vai encontrar nenhum na minha lista, mas para não te deixar com água na boca, ouvi falar que o do Junior's, no Brooklyn, é o melhor. ;-)
Segue minha lista pra, sabe, você encomendar se for condenado à pena de morte, ou levar um pé na bunda, ou simplesmente chutar o balde. Vai saber quando a gente mais precisa disso, né? Ah, sim, se você não gosta de doces, pule este post. 

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Os doces docinhos de Daniela



Sabe um lugar com carinha de casa de mãe? Ou, melhor, com comidinha que parece que foi feita pela mamãe? Assim é o Marcelino Pan y Vino, na Vila Madalena. Uma casa fofa fofa de esquina, que eu sempre “namorei de longe” e que fui conhecer com a Maíla e a Ticiana, assessoras super fofas da KRP, que cuida do restaurante. Chegando lá, as meninas me apresentaram à dona do negócio, a chef Daniela França Pinto, também dona do não menos fofo Lola Bistrot. Era para nos dar um oizinho e sair de retirada, pois estava correndo, orientando os funcionários, enfim... mas acabou ficando e o papo (bom), rendendo. Na hora de decidir o que íamos comer, mal peguei o cardápio e as meninas já tinham escolhido seus pratos: “ai, essa noite eu até sonhei com a polenta com cogumelos e ovo poché”. Alguma dúvida? Claro que pedi a tal polenta também, né? Uma delícia, 100% comfort food, aquela comida que esquenta o corpo e o coração. No meio da conversa, Daniela fala (e eu concordo) sobre como a crítica irresponsável pode prejudicar um restaurante. Conta que jornalistas muitas vezes sem critérios podem destruir a vida de alguém que apostou todos os seus sonhos e seu dinheiro em um restaurante. Do papo “sério” passamos a algo bem mais leve. Daniela conta que já foi palhaça profissional! Clown! E que seu marido o é até hoje. Não é incrível? Fiquei admirada e demos muitas risadas quando ela contou que seu pai brinca que seu genro é um palhaço. E ele está certo. No mínimo divertido, não? E para acompanhar as risadas, nada melhor que uma sobremesa. A dúvida entre o pavê de brigadeiro (que não escolhi e precisei voltar, na mesma semana, para provar. Sim. É sensacional) e os cremes de papaia e abacate (da foto) se dissipou quando Daniela provou, na nossa frente, uma sobremesa que estava em fase de testes: sorvete de tapioca com Dulce de leche da casa e biscoito crocante. Ai, eu e minhas vontades. Claro que pedi isso. Ainda nem está no cardápio e eu, palpiteira que sou, sugeri que o sorvete (super neutro) fosse trocado por um de banana ou chocolate amargo. Não sei que fim levou essa história, mas estou ansiosa para ver a sobremesa no cardápio. E outra delícia que está para entrar no menu (e eu não vejo a hora de provar) é a banana assada com merengue flambado. “Um dos doces que mais tem o gosto da minha infância”, suspirei. E Daniela, feliz, respondeu: “Que bom que você recordou, é exatamente esse o nosso objetivo aqui”.