Gente, indicação do Carlos Ferreirinha, o papa do luxo no Brasil, para qualquer pessoa interessada nesse universo, ou no universo das marcas, da comunicação, do cinema, da publicidade, dos whiskies... enfim, um belo exemplo de publicidade para Tv. Imperdível. E algum "santo" ainda fez legendas em português para quem não domina o idioma da terra do tio Sam. Vale à pena conhecer a história da Johnnie Walker contada em cinco minutos de uma forma super poética.
Vejam aqui.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010


Frida.
A galeria Ouro Fino, em São Paulo, no coração da rua Augusta, reúne uma das maiores concentrações de lojas descoladas do país. Peças alternativas estão presentes em 100% das vitrines e tem moda para todo gosto. Quando passei por lá no mês passado, o que mais me chamou a atenção foram os sapatos super cool da Frida*. (assim, com um ponto no final do nome mesmo). A Aline Ballesteros, dona e mente criativa por trás da marca, confessa que se inspira nas décadas passadas e ama misturar moderno e retrô. Ela lança cerca de 15 modelos novos por coleção, sempre em couro, cada um com duas ou três opções de cor. “Minhas preferidas são grafite, fendi, roxo, marinho e morango”, conta. O preço médio de suas criações é de R$270,00.
Quer saber mais? Aline conversou com o Só porque eu gosto e contou a história da grife e seu processo criativo. Acompanhe:
Só porque eu gosto - Qual é a sua formação?
Aline - Estudei na Faculdade de Belas Artes de São Paulo, onde fiz o curso de design e me especializei na área de acessórios. Nunca tive dúvidas de qual carreira seguir, sempre gostei de ter liberdade para criar e desenvolver.
SPEG - Como nasceu a Frida.?
Aline - A faculdade me deu base e desde que entrei em contato com o universo da moda, a paixão por sapatos falou mais alto. Logo nasceu a Frida.
SPEG - Como se dá seu processo de criação?
Aline - Ele não depende das horas que passo trabalhando, mas sim dos dias de inspiração, das imagens registradas na minha memória, dos meus sonhos reais. Algumas vezes, desenho muito e não gosto de nada, em outras, o modelo já nasce de um primeiro esboço.
SPEG - Gostaria de destacar alguma característica de sua marca?
Aline - Eu primo pelo conforto e pela delicadeza e também posso personalizar sapatos de acordo com o gosto da cliente. Ah, não posso esquecer que vendemos bolsinhas e carteiras como complemento dos sapatos.
Eu sei, eu sei, você amou, né? E agora?
Vá até lá! Mas fique atento, pois a loja mudou de endereço. Agora fica na rua Bela Cintra, 1618, casa 5, nos Jardins, em São Paulo. O telefone da Frida. é: (11) 3082-6872


Mais dois modelitos

Encantada. É exatamente assim que eu fico quando conheço um lugar especial, diferente, delicado, fofo, charmoso e, de preferência, bem feminino. E por isso começa hoje aqui no blog um cantinho especial, uma seção que será atualizada semanalmente e que se chama Enchantée. Ela vai reunir locais em que me sinto bem, aos quais tenho vontade de voltar seja para fazer um lanchinho saboroso, seja para comprar coisas para minha casa ou apenas para admirar a decoração, a simpatia dos vendedores e os produtos que não são encontrados em mais nenhum lugar no mundo. São características como essas que fazem dessas butiques, desses chás e dessas lojinhas lugares pra lá de encantadores. Confira todas as sextas-feiras no blog minha seleção única!
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Piruetas invisíveis

Eu nunca fiz balé. Nunca rodopiei sobre sapatilhas, nunca me equilibrei sobre barras, jamais rodei meu tutu (fala com biquinho, hein, gente? É francês!) por um salão, nunca exibi meus cabelos presos em um palco. Não sei fazer pas-de-deux, demi-plié, pas de bourret... Talvez lá pelos meus cinco ou seis anos eu tenha feito algumas aulas, mas com a vida errante que meus pais levavam (não, eles não eram hippies e nem ciganos, meu pai é juiz mesmo) de uma cidade do interior para a outra às vezes em um período de apenas quatro meses, era impossível muitas vezes encontrar professora de dança, quanto mais de balé. Algumas tentativas de jazz (aquele, dos anos 80, estilo Flash Dance) mais tarde, e acabei desistindo. Não tinha nada a ver comigo, afinal, cadê a touquinha de renda, o coque, as sapatilhas de lacinho, o tutu, o collant, a delicadeza dos passos, a firmeza dos braços, a beleza da música clássica? Não estavam ali. Com o passar do tempo, os estudos foram ocupando todo o meu tempo e os passeios da adolescência deixaram para trás de vez o sonho de dançar balé. Será mesmo? Não sei. Quando morava em Curitiba, a visita anual ao festival de dança de Joinville fazia reacender o sonho já na entrada da primeira bailarina no palco. Depois de adulta, conversando com amigas, percebo que muitas delas que tiveram a oportunidade de fazer a dança são apaixonadas por ela até hoje e sofreram por ter que deixar as aulas para assumir o frio e cruel mundo capitalista (brincadeirinha...hehehe). Sim, porque balé pode ser lindo, mas implica em uma série de renúncias e dedicação integral, então em um certo momento da vida, elas foram obrigadas a escolher entre o vestibular e a carreira artística. Entre minhas amigas, todas ficaram com o vestibular. Mas até hoje suspiram diante de um Lago dos Cisnes, de um Serenade, de um Quebra-Nozes... Eu não consigo me imaginar em cima de um palco, afinal, é tarde demais para isso; mas acalento ainda o desejo de um dia poder experimentar piruetas, rodopios e saltos e, é claro, um tutu, um par de sapatilhas, um collant e um coque. Quem sabe um dia?
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Meu diário pós-Bolota

Balanço final dos primeiros sete dias com essa bolinha de pelos no meu apartamento:
12 cocôs fora do lugar
8 cocôs no lugar
20 xixis fora do lugar
10 xixis no lugar
muitas mordidas e duas mãos machucadas por dentinhos
um acervo de seis brinquedinhos
alguns chorinhos para chamar a atenção
muita diversão e bagunça na cozinha
e muita, mas muita saudade mesmo quando preciso sair de casa.
Como “mãe” de primeiríssima viagem, acho que me dou nota 7. Pelo menos ele tem comido bem, está saudável e já tomou até banho. Mas sei que por maior que seja meu interesse em aprender a melhor forma de tratar o bichinho, percebi que o mundo cão é tão complicado quanto o das dietas e explico porque: em ambos, ninguém conhece a fundo o assunto e as teorias são as mais diversas. Ovo é maléfico? Benéfico? Chocolate faz mal para o colesterol ou faz bem? Comer a cada três horas aumenta o cálculo calórico no fim do dia ou acelera o metabolismo? Experimente dar um google para encontrar alguma dessas respostas. A verdade é que existem várias possíveis, nenhuma conclusiva e todas duvidosas. Pois com relação aos cães é a mesmíssima coisa. “Bata nele quando fizer algo errado”, “ignore quando ele fizer xixi fora do lugar”, “pegue um jornal para bater no chão do lado dele quando quiser repreendê-lo”, “ele é muito pequeno e ainda não adianta dar bronca”, “ele vai aprender a fazer xixi no jornal sozinho”, “jornal não adianta, tem que comprar o tapetinho”, “se ele é agitado, vai destruir o tapetinho e não vai se acostumar”, “ele é macho, nunca vai fazer xixi no lugar certo”, “ele faz xixi de emoção quando te vê, e isso não vai passar nunca” foram algumas das dicas/conselhos que recebi das mais diferentes pessoas, sempre no intuito de ajudar a sanar parte da minha inexperiência , do veterinário à dona do pet shop, passando por amigos, parentes e vendedores de lojas especializadas. A única certeza que eu tenho é que não existe manual, assim como para criar filhos. Tudo acontece na base da experimentação, é pragmático mesmo. Sei que alguma hora vai dar tudo certo. E enquanto não dá e me deparo com sujeiras caninas pela casa, tento me divertir com suas travessuras no chão da minha cozinha. Marido que o diga.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Novidade no blog
Alguém, por acaso, não reparou na nossa bela novidade? Olhe bem, olhe pra cima. No topo do blog, uma montagem de imagens que eu a-do-ro, feita poeticamente pelo artista plástico Alberto Portugal, por acaso, meu irmão :-)
Sem colocar a modéstia de lado, tenho que dizer que ficou a cara do "Só porque eu gosto", hein? Fala a verdade!
Sem colocar a modéstia de lado, tenho que dizer que ficou a cara do "Só porque eu gosto", hein? Fala a verdade!
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