“Sonhar não custa nada e o meu sonho é tão real”, diz um antigo samba-enredo. Eu concordo. Não consigo imaginar minha vida sem pelo menos um sonho pra me guiar todos os dias quando acordo, sempre que preciso tomar uma decisão, enfrentar um dia difícil ou simplesmente sair da cama em um dia frio. Desde um sonho bobinho, como poder ficar embaixo das cobertas com o marido antes das 21h00, até um mais sério, como imaginar um futuro profissional brilhante. Fato é que os sonhos me guiam. Sempre guiaram. “Pri, você deixa seus sonhos muito transparentes, as pessoas não estão acostumadas com isso”, já me disse uma amiga muito querida. É verdade, eu não consigo esconder. Se tem uma coisa que eu não tenho é um sonho secreto. Por isso – e por um motivo bem especial que vou contar abaixo – resolvi fazer uma lista dos meus maiores sonhos, aqueles que tenho desde criancinha, desde que brincava de bonecas, pulava amarelinha e assistia aos Smurfs na TV. Eis minha listinha de sonhos:
- casar. De branco, véu e grinalda. Na igreja. Com um menino (lembrem que sonhava isso desde beeeem pequeninha, e confesso que acho fofo minha sobrinha de 4 anos tocar no assunto...hehehe) de olhos azuis. Ufa, esse já realizei!
- Pilotar um avião. Este me parece o mais distante. Mas sonhar pótchi, né?
- Ter filhos. Este, acho que está perto de virar realidade. :-)
- Voar de balão. Quem sabe um dia?
- Conhecer Veneza. Mais um pra lista dos realizados. Não se concretizou sem uma boa dose de lágrimas de felicidade.
- Conhecer a Turquia. Conhecer a Grécia. Conhecer... ah, pensando bem, conhecer o mundo. Este sonho está indo pelo caminho certo.
- Ir aos desfiles das escolas de samba. Assistir ao vivo e não dançando e cantando diante da TV como faço desde que me conheço por gente. Esse, bem...
Posso dizer que ele inspirou esse post. Semana que vem, conto novidades, mas posso adiantar que estou muito feliz por marcar mais um sonho na minha listinha. Ao mesmo tempo, já trato de providenciar outros, claro, para sempre ter uns não-realizados para me motivar. Ah, e claro, não preciso nem dizer que a realização dos sonhos não cai do céu, né? A gente tem que, literalmente, correr atrás. Mas é inegável que o primeiro passo é sonhar. E você? Já fez sua listinha? Ela é pública ou secreta? Conta pra mim!
Beijos e tenha um ótimo carnaval!
sexta-feira, 4 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Estou loira. Ai meu Deus! E agora?
Depois de meses de dúvida, pesquisas na internet, nas revistas e muuuitas conversas com o cabeleireiro de confiança, eis que decidi: fiz luzes nos cabelos. Para um homem comum, essa simples frase já deve despertar muita estranheza. Como assim “cabeleireiro de confiança”? Por que tantos meses de dúvida? Afinal, é só cabelo. E cabelo cresce. Aliás, o que são luzes? Para as mulheres comuns – eu inclusa – pintar os cabelos é um drama gostoso de viver. É quase como saltar de paraquedas: você passa meses se preparando psicologicamente, morrendo de medo de se arrepender, depois procura o profissional adequado para lhe ajudar nessa tarefa, por fim busca o equipamento ideal (a tinta, no caso) e se joga. Meses depois esquece que passou por esse terror e resolve passar por tudo de novo. Terror, sim, porque cabeleireiros são do bem, mas adoram uma torturazinha e fazem sua escova enquanto você está DE COSTAS para o espelho. Naquele momento, você está com as mãos suando frio e o diabinho da consciência cutucando seu ombro com frases como: E se manchar? E se ressecar? E se ficar artificial? E se ficar verde? E se...? E se...? E se...? Tudo desaparece num passe de mágica quando você se olha no espelho e vê que o resultado ficou melhor do que você esperava (ou não, mas aí só resta chorar e esperar, sim, o cabelo crescer ou encontrar um profissional melhor pra cobrir aquela tinta que parece escorrer com suas lágrimas. Não falei que era um drama?). E aí, feliz com seus loiros cabelos – de luzes californianas, por favor – você sai poderosa para enfrentar o mundo. E permanece com essa sensação por alguns meses. É, como dizia Vinícius, o amor pelo cabelo é eterno enquanto dura. E a gente muda de ideia rapidinho ao ver aquela artista de cabelos pretos-azulados ou uma amiga que ficou ó-ti-ma com o vermelho acaju que é moda na estação.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Ter uma amiga, amiga do peito...
Você tem a sorte de ter por perto (ou não fisicamente tão perto) uma pessoa que te conhece tão bem quanto teus pais e irmão? Que lembra de episódios da sua infância que nem você lembra, sabe de histórias (boas ou ruins) que mais ninguém sabe, que você pode procurar para rir ou chorar, sempre que precisar e quiser? Você é privilegiada a ponto de ter amigas de infância? Eu sou, graças a Deus. Elas não compartilharam beeem de pertinho das festas de faculdade, das decisões profissionais, da angústia do terceirão, do noivado, do início da vida profissional – embora sempre tenham sabido de tudo, mesmo que com certo atraso. Mas sabem de cor qual é sua sobremesa favorita, se recordam com riqueza de detalhes dos pratos que sua mãe fazia quando vocês eram crianças (mesmo que nem você lembre, pois faz tanto tempo que não come...) e até hoje se emocionam quando escutam as músicas que marcaram alguma fase especial da vida de vocês duas. Essas amigas, embora morem a quilômetros de distância e passem por fases de recolhimento (pelo menos em relação a você) sempre farão parte da sua vida. De vez em quando elas ligam, para dar uma notícia (Vou me formar! Vou me casar! Estou grávida! Minha filhinha está andando! Vou mudar de cidade!), às vezes te deixam uma mensagem no Facebook, te dão um oizinho rápido pelo messenger e, mais raramente, é verdade, aparecem. E aí sempre acontece a mesma mágica coisa: parece que vocês se viram ontem e toda aquela proximidade e confiança são retomadas no minuto em que termina o abraço, fundamental para matar as saudades. Recordações do passado (em mais de 20 anos de amizade existe um looongo passado), sonhos para o futuro, angústias parecidas, alegrias e preocupações que ainda não tinham sido compartilhadas e os conselhos mais certeiros do mundo, pois vêm de alguém que te conhece muito bem. Esse fim de semana foi assim, como diria Roberto Carlos, com tantas emoções. Minha amiga querida que dividiu comigo muito doce de ameixa e muitas horas de baralho ao som de Guns and Roses esteve aqui e não poderia ter sido mais especial. Saí renovada e com saudades, dela e de outras amigas que, por sorte, estão ao alcance de um clique. E você? Separa seu tempo para rever as amigas daquela era pré-jurássica que antecede a faculdade?
PS: prometo modificar a foto assim que tiver uma atual.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Batom vermelho
Ele está nos editoriais de moda das revistas mais badaladas do mundo. Também estava presente em bocas descoladas da plateia (e das modelos) do São Paulo Fashion Week. Eu, uma fã convicta, já posso comemorar: o batom carmim está de volta. Elegante, mas sem ser sóbrio, clássico sem ser “enferrujado”, sexy sem ser vulgar.
Como esse item indispensável em uma nécessaire feminina surgiu não se sabe ao certo, há quem diga que no Egito, mas os dados não são muito precisos. A verdade é que na década de 20 ele recebeu esse formato atual de bastão (bâton, em francês) e nos anos 30 ganhou o mundo. Segundo a revista Elle canadense, o primeiro batom de longa duração surgiu na França em 1928. Ele se chamava Rouge Baiser (algo como beijo vermelho) e teria sido criado pelo químico Paul Baudecroux. Hoje, as opções de cores são muitas e envolvem até azul e verde (usadas no desfile de verão de Herchcovitch e que tentaram, em vão, virar tendência), mas é inegável, nenhuma cor representa tão bem os batons quanto o vermelho.
Para se ter ideia, na França - ah, esses franceses sabem das coisas... é impossível falar de moda sem mencioná-los - ele é chamado de rouge-à-lèvres (vermelho nos lábios). O vermelho fica bem em ruivas, loiras, negras, orientais e morenas, basta adaptá-lo à pele, usando uma tonalidade que a complemente. O tom da moda é o carmim, vivo e opaco. Talvez porque na própria lógica da moda uma tendência é exatamente o oposto da anterior, talvez porque ele passa por uma redescoberta, talvez porque seja o parceiro ideal – e menos entediante do que a “cor de boca” – para os looks mininalistas que voltam à crista da onda. O fato é que foi decretado o fim do reinado do gloss e do nude. Marylin, se estivesse viva, também estaria comemorando neste momento o triunfal retorno do batom carmim.
Como esse item indispensável em uma nécessaire feminina surgiu não se sabe ao certo, há quem diga que no Egito, mas os dados não são muito precisos. A verdade é que na década de 20 ele recebeu esse formato atual de bastão (bâton, em francês) e nos anos 30 ganhou o mundo. Segundo a revista Elle canadense, o primeiro batom de longa duração surgiu na França em 1928. Ele se chamava Rouge Baiser (algo como beijo vermelho) e teria sido criado pelo químico Paul Baudecroux. Hoje, as opções de cores são muitas e envolvem até azul e verde (usadas no desfile de verão de Herchcovitch e que tentaram, em vão, virar tendência), mas é inegável, nenhuma cor representa tão bem os batons quanto o vermelho.
Para se ter ideia, na França - ah, esses franceses sabem das coisas... é impossível falar de moda sem mencioná-los - ele é chamado de rouge-à-lèvres (vermelho nos lábios). O vermelho fica bem em ruivas, loiras, negras, orientais e morenas, basta adaptá-lo à pele, usando uma tonalidade que a complemente. O tom da moda é o carmim, vivo e opaco. Talvez porque na própria lógica da moda uma tendência é exatamente o oposto da anterior, talvez porque ele passa por uma redescoberta, talvez porque seja o parceiro ideal – e menos entediante do que a “cor de boca” – para os looks mininalistas que voltam à crista da onda. O fato é que foi decretado o fim do reinado do gloss e do nude. Marylin, se estivesse viva, também estaria comemorando neste momento o triunfal retorno do batom carmim.
Sex symbol que se preste precisa de um batom vermelho, né, Marylin?
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
É possível trabalhar e ser feliz no casamento?
Já faz mais de 40 anos que as mulheres queimaram sutiãs em praças públicas pedindo por direitos iguais e algumas coisas não mudam. Não quero nem falar de dupla jornada, de mulheres trabalhando fora de casa E em casa, dos maridos ajudando pouco etc etc. Minha questão aqui é: por que ainda temos que optar entre marido e profissão? Explico: tenho uma amiga que é uma das melhores profissionais na área em que atua. Ela é tão dedicada, tão responsável e tão competente no que faz que já foi promovida em todas as alçadas possíveis dentro da empresa em que trabalha. A próxima opção, se quiser continuar crescendo profissionalmente, é mudar de cidade – ou de país. E é aí que começa o problema. Como fazer se o marido também é muito bem sucedido profissionalmente e suas chances de crescer acontecem na cidade em que eles moram atualmente?
Posso dizer de cadeira, pois passei por uma situação bem parecida: sou de Curitiba e tive a oportunidade de trabalhar como jornalista de moda em São Paulo, praticamente a única cidade em que exercer essa específica profissão que escolhi (e para a qual me preparei por pelo menos 10 anos) se torna possível. A oportunidade veio e a conversa com o marido se seguiu. Eu me senti em uma encruzilhada: continuo em Curitiba, com minha vida tranqüila e bem ajeitadinha e meu marido estável profissionalmente ou me mudo pra São Paulo e, se der certo, o marido vai depois? Não posso reclamar, pois tenho um marido muito companheiro, que desde o começo disse: "vai, porque é teu sonho. Depois a gente corre atrás do meu". Deu certo e em março esse episódio – e os oito meses que o seguiram, em que eu e marido vivemos na estrada durante vários fins de semana e eu chorava copiosamente todas as noites de domingo – completa três anos.
Minha escolha foi muito feliz e hoje vivemos muito bem, obrigada, nessa caótica São Paulo. Minha amiga, tenho certeza, também vai se sair bem dessa verdadeira “sinuca de bico”, e será feliz com seu marido para onde forem. Mas me pergunto: se a situação fosse contrária, não teria sido mais fácil? Sempre tenho a impressão de que nós, mulheres, largaríamos tudo com mais facilidade para segui-los. Principalmente se houver filhos envolvidos. E me pergunto mais: se a mulher que precisa passar por um momento crucial na sua profissão não tiver um marido tão compreensivo (o que, vamos combinar, é muito raro)? Ela abre mão do quê? Trabalho ou emprego? E se um filho ficar doente, quem falta no trabalho (salvo raras exceções)?
E não quero nem mencionar o fato de que a maioria das mulheres bem-sucedidas profissionalmente que conheço não vivem/viveram casamentos plenos e felizes, por alguma razão. É, amigas que queimaram os sutiãs há quase meio século. A tentativa de vocês foi válida, mas ainda falta mudar muita coisa para que a gente tenha realmente direito a trabalhar e ser feliz. É pedir muito?
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
E o vento levou... minha paciência
Personagens:
*um mocinho bocó
*uma mocinha interesseira, fútil e mimada que come o pão que o diabo amassou e continua interesseira, fútil e mimada
*um segundo mocinho sem-vergonha e aparentemente mau caráter
*a personagem coadjuvante, uma tapada que não vê que tudo o que a sua “amiga” quer o tempo todo é lhe trair
Eu nunca tinha assistido. Não tinha coragem de contar isso pra ninguém, porque era praticamente como se tivesse cometido um crime cultural, um assassinato cinematográfico, um suicídio filmográfico, um latrocínio cinéfilo, enfim, como se tivesse feito algo bem bem bem feio por nunca ter assistido o épico “...E o vento levou”. E então eu assisti. E perdi a vergonha. Posso dizer sem papas na língua: gente, como alguém pode considerar esse filme uma obra-prima? Chato demais. O filme se eternizou pelo “Nunca mais passarei fome”, dito pela protagonista Scarlett O’Hara (Vivien Leigh) diante de uma cenoura encontrada no terreno de sua fazenda após a Guerra da Secessão americana, em que os yankees (americanos do norte) haviam acabado de fazer uma varredura que não perdoou nem as joias de sua mãe. Gente, ok, a frase é dramática, Scarlett é uma linda mulher que acabara de sofrer horrores, mas é só isso. Nem todo sofrimento do mundo fez ela baixar a petulância e a vontade de trair a amiga e nunca vi personagem mais chata – faz todas as Helenas e Eduardas de Manoel Carlos parecerem comediantes. E não se trata de ser um drama, pois eu adoro o gênero. Trata-se de tédio, mesmo. E a falta de caráter elevada à sua enésima posição (com muito mais detalhes sórdidos do que os folhetins de Gilberto Braga).
Quando começamos a assistir a segunda parte do filme – ah, sim, a película dura QUATRO horas – eu já estava arrependida, mas não deixo nada pela metade e tinha a esperança que o final salvasse tudo. Ledo engano. Claro que não vou contar o fim do filme aqui, mas posso garantir que não vale à pena desperdiçar tanto tempo livre. Salvam-se apenas – e isso para quem gosta de moda – a fantástica cena em que a escrava aperta o espartilho de Scarlett, o figurino de um modo geral e a cena em que ela tem a ideia de pegar uma incrível cortina de veludo verde e transformá-la em um vestido deslumbrante. A cena marca o momento em que a personagem “sacode a poeira e dá a volta por cima”. Afinal, o que um vestidinho novo não faz pela gente, né?
*um mocinho bocó
*uma mocinha interesseira, fútil e mimada que come o pão que o diabo amassou e continua interesseira, fútil e mimada
*um segundo mocinho sem-vergonha e aparentemente mau caráter
*a personagem coadjuvante, uma tapada que não vê que tudo o que a sua “amiga” quer o tempo todo é lhe trair
Eu nunca tinha assistido. Não tinha coragem de contar isso pra ninguém, porque era praticamente como se tivesse cometido um crime cultural, um assassinato cinematográfico, um suicídio filmográfico, um latrocínio cinéfilo, enfim, como se tivesse feito algo bem bem bem feio por nunca ter assistido o épico “...E o vento levou”. E então eu assisti. E perdi a vergonha. Posso dizer sem papas na língua: gente, como alguém pode considerar esse filme uma obra-prima? Chato demais. O filme se eternizou pelo “Nunca mais passarei fome”, dito pela protagonista Scarlett O’Hara (Vivien Leigh) diante de uma cenoura encontrada no terreno de sua fazenda após a Guerra da Secessão americana, em que os yankees (americanos do norte) haviam acabado de fazer uma varredura que não perdoou nem as joias de sua mãe. Gente, ok, a frase é dramática, Scarlett é uma linda mulher que acabara de sofrer horrores, mas é só isso. Nem todo sofrimento do mundo fez ela baixar a petulância e a vontade de trair a amiga e nunca vi personagem mais chata – faz todas as Helenas e Eduardas de Manoel Carlos parecerem comediantes. E não se trata de ser um drama, pois eu adoro o gênero. Trata-se de tédio, mesmo. E a falta de caráter elevada à sua enésima posição (com muito mais detalhes sórdidos do que os folhetins de Gilberto Braga).
Quando começamos a assistir a segunda parte do filme – ah, sim, a película dura QUATRO horas – eu já estava arrependida, mas não deixo nada pela metade e tinha a esperança que o final salvasse tudo. Ledo engano. Claro que não vou contar o fim do filme aqui, mas posso garantir que não vale à pena desperdiçar tanto tempo livre. Salvam-se apenas – e isso para quem gosta de moda – a fantástica cena em que a escrava aperta o espartilho de Scarlett, o figurino de um modo geral e a cena em que ela tem a ideia de pegar uma incrível cortina de veludo verde e transformá-la em um vestido deslumbrante. A cena marca o momento em que a personagem “sacode a poeira e dá a volta por cima”. Afinal, o que um vestidinho novo não faz pela gente, né?
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Inovando até onde nem se imagina
Esse é um dos motivos pelos quais eu adoro a loja francesa Colette: ela inova mesmo onde ninguém imaginava que seria importante (ou valeria à pena). Vai atrás de coisinhas incríveis para você sempre ter aquele gostinho de novidade - e querer comprar, é claro! Essas escovas de dente das marcas Yumaki e Goodjoy são exemplos bem coloridos e divertidos das peças escolhidas pelas donas dessa lojinha pra lá de descolada que fica em Paris. Imperdível para quem puder dar uma passadinha por lá!
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